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Reprodução
A maioria dos agapornis não apresenta diferenças sexuais visíveis entre
os machos e as fêmeas, com exceção das espécies Pullaria, Cana e Taranta,
nas quais são visíveis as diferenças sexuais.
Com isso formar um casal tem seu grau de dificuldade, aumentando a
margem de erros.
O método mais seguro para saber o sexo da ave é pela
sexagem através de DNA em
laboratórios, a partir de amostras de sangue ou pena.
Podemos perceber algumas características que facilitam a diferenciação
entre macho e fêmea:
* as fêmeas são
maiores e mais encorpadas;
* as fêmeas possuem a região ventral mais larga;
* os ossos pélvicos nas fêmeas são mais abertos e mais arredondados;
* as fêmeas possuem um espaço maior entre o peito e os ossos pélvicos.
* nos machos esses ossos são mais fechados e pontudos e o espaço entre o
peito e os ossos pélvicos é mais curto;
* geralmente as fêmeas são mais barulhentas e bravas e se encarregam de
confeccionar os ninhos;
* os machos costumam alimentar as fêmeas através da regurgitação;
Essas informações
não são totalmente seguras, pois, existem machos com os ossos abertos e
fêmeas com os ossos fechados.
As aves atingem sua maturidade sexual após o oitavo mês de vida. O macho
corteja a fêmea ocorrendo em seguida a cópula. Os ninhos devem ter 30 cm
de comprimento, 14 cm de largura e 13 cm de altura. As fêmeas põem
geralmente de 5 a 7 ovos alternadamente. Isto acontece normalmente na
madrugada e ao amanhecer.
A eclosão dos ovos demora em torno de 21 dias. Na fase da reprodução,
deve-se reforçar a alimentação dos pássaros com farinhada, verduras,
diversas sementes e suplementos vitamínicos. Os agapornis são excelentes
pais e o desmame deve ser feito após 50 dias do nascimento. Os filhotes,
logo que são separados, devem ficar em gaiolas ou viveiros com no mínimo
80 cm de comprimento, afim de possibilitar o vôo e fortalecer a
musculatura do peito.
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